Entrevista de Robert Pattinson, A saga Crepúsculo: Eclipse. Parte I

Traduzido/Publicado por Junior Guido em 21 Jun 2010


MoviesOnline se sentou com Robert Pattinson na conferência de Los Angeles para falar de seu novo filme, Eclipse, o terceiro livro das séries de sucesso de Stephenie Meyer. Com mais ação, amor, amizade, inveja e paixão que fez Crepúsculo e Lua Nova esmagarem o mundo, Eclipse é uma vngança, uma continuação doromance da popular história de vampiros.

Rob falou com a gente sobre a evolução de seu personagem, como é estar trabalhando mais perto de Taylor Lautner nesse filme e como é ter um novo diretor a cada filme. Ele também fala sobre seus novos projetos Bel Ami, Water for Elephants e Unbound Captives. Aqui está o que ele tem a dizer:

P: O que você aprendeu para Eclipse?

RP: Acho que tive que aprender como correr corretamente,  nos dois últimos eu sempre corri em uma rampa e eu tinha que parecer correr mais sólido dessa vez. Então passei muito tempo em uma tarefa monótona, correndo como aqueles ratos e sendo filmando improvisando.
Acho que isso foi uma coisa.

P: O que leva você ao sucesso e que carro você dirige?

RP: Acho que provavelmente medo e falhas (risadas) e  um complexo inadequado. Só dirijo carros alugados, eu não tenho carro.

P: O papel é considerado um herói romântico mas mas ele também é muito pocessivo. Você pode falar um pouco sobre o que você acha de interpretar Edward? Ele foi mudando?

RP: Sim, quero dizer nos dois primeiros filmes era só uma desolação da realidade, então quando ele encontra alguma coisa para segurar, é ai que a pocessão chega. Acho que conforme o longo da série e aceita mais o mundo contemporâneo. Acho que todas as coisas que foram consideradas falhas no inicio desaparecem e é isso que estou tentando fazer. Acho que ele está se revelando um pouco em Eclipse, então espero que no final de Amanhecer ele seja um garoto normal de 17 anos, mas um pouco pálido.

P: Você já competiu por uma mulher como Edward e Jacob?

RP: Você quer dizer se eu já dormi com uma mulher e com outro cara? Estou como não sei se isso é apropriado! Completando, não! Não sou bom nisso. E também acho, bem eu ia dizer se eu ganhei a garota mas isso não faria sentido. Se você é o primeiro colocado para a garota, acho
que é forçado a lutar um pouco. Mas eu jamais estaria na posição de Jacob, então você só é o cara que estragou o casal.

P: Pode falar um pouco sobre trabalhar mais próximo de Taylor?

RP: Sim é bom porque nunca fiz nada que não fosse próximo de Kristen. Quero dizer dividir as coisas, mas é como responder a outra pergunta, Edward tem emoçoes como ter ciúmes de Jacob e não ser capaz de se controlar ao redor dele porque é muito embaixo da pele dele. É mais fácil interpretar grandes emoções  uma vez que alguém ultrapassa sua armadura. Então fazer isso com Taylor foi ótimo. Ele é ótimo também.

P: Teve uma cena em particular?

RP: Algumas cenas foram bem legais de ter ele. Gosto das cenas em que Bella tem que rever a si mesma na frente de Jacob e na minha ao mesmo tempo. É algo extra a rever. Na maioria das vezes é com Bella e ela está tentando me transmetir algo e Edward está totalmente patético pelo outro cara e vendo que não é só sobre seu relacionamento, é sobre outra pessoa. Torna um pouco mais interessante.

P: Você acredita em alma como Edward, e se sim, como?

RP: Sim, quero dizer, eu acredito definitivamente. Nçao consigo me lembrar quem disse isso, mas alma e céu devem existir porque pessoas boas não podem ficar só na terra. Sempre gostei dessa idéia, se faz sentido.

P: Você já brigou com alguém por amar uma mulher?

RP: Hum, já briguei? Tenho que pensar. Sim, provavelmente. Sim. Mas não sei se foi sobre amor, era mais orgulho. (risadas)

P: Vocês tem um novo diretor a cada filme, você tem que explicar seu personagem a cada diretor?

RP: É interessante, no primeiro todos tinham idéias específicas e todos estavam batendo a cabeça o tempo todo, não é sobre isso. Então, quando Chris Weitz chegou para Lua Nova, ele basicamente veio com a  opinião que ele gostou no primeiro, ele gostou do que os atores estavam fazendo então seguiu nessa direção. Então David chegou, ele  queria que eu fizesse tudo completamente diferente, não como nos dois primeiros. Então conversamos sobre a evolução do personagem e a  consistência dos outros dois e foi como isso não importa, vamos fazer algo completamente diferente porque é bom quando é um desafio. É facil ficar estagnado se você interpreta o mesmo personagem e com sorte senti em Lua Nova que eu estava indo um pouco mais fundo e aí em Eclipse senti que estava fazendo um filme completamente diferente, um personagem completamente diferente. Então sim, é bom e é um desafio.

P: Qual foi a maior impressão de David e a maior mudança para você?

RP: Quero dizer, acho que ele realmente estava lutando, qual é a palavra, solene eu acho, a rapidez dessa a rapidez das coisas o que é uma coisa massiva de se lidar quero dizer, Edward sempre foi aos meus olhos calculista e sem quebrar nada e David queria mudar tudo e torná-lo mais vulnerável.

P: Você estava na primeira trilha sonora, você contribuiria de novo em outros filmes?

RP: Fiz algumas coisas. Sempre estou ao redor. Acho que foi bom estar envolvido no primeiro. Só vi Crepúsculo na tv a alguns dias atrás. No [risadas] sem os comentários. Quando minha música chegou, só pensei que era tão bizarro, eu realmente tive uma música no filme. Eu meio que fiz Catherine fazer isso. Mostra como nenhum de nós pensou que ia ser tão grande. Nunca achei que as pessoas iam comprar a trilha sonora ou algo assim. Então é um pouco mais nervoso agora. Não sei, talvez.

Tradução: Desirée

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