Parte 3 do relato de Paola sobre a premiere de Remember me em Londres

Traduzido/Publicado por Ana Paula em 24 Jan 2011


Paola continua: Pela primeira vez na minha vida eu temia seriamente que eu pudesse me sentir mal. O coração estava batendo tão rápido, que eu não conseguia controlá-lo; O sangue pulsava em minha garganta e estava com medo de que algo pudesse me acontecer. Eu me sentia muito tensa. Eu senti uma dor no meio peito. Eu comecei a rezar para minha mãe, de lá do céu, para que meu coração não pregasse peças em mim, pelo menos não até a chegada de Rob. Eu contava os minutos que faltavam para sua chegada: Menos de 3 horas, menos de 2:55h...

OMG! Então chegou uma van escura e alguns carros, meu coração quase parou, mas era alarme falso. Eu procurava por ele a todo instante, era uma tortura. Em seguida começaram os gritos, tão altos que eu percebi que aquilo era um sinal, o carro preto era o que causaria o meu delírio.

Era ele, ROBERT PATTINSON EM PESSOA. A partir daí eu não escutava mais nada: Eu não escutava o meu coração (eu até achei que ele tivesse parado de bater), eu não sentia frio, eu nem mesmo sentia o meu corpo. Concentração total para tentar absorver todas as memórias e detalhes possíveis. Eu tentei não perdê-lo de vista. Como ele estava lindo e elegante! Com a gola levantada, terno escuro, camisa branca. Como ele estava lindo com aquele casaco! Ele estava perfeito. Maravilhoso! Ele começou com uma entrevista inicial, mas depois ele foi até a multidão distribuir autógrafos fazendo toda a volta na barreira, mesmo quando estava quase no escuro.

Quando ele chegou aonde eu estava eu não conseguia acreditar que ele estava apenas a um passo de mim. Sempre sorrindo. Ele autografou meu exemplar da Vanity Fair, comprada neste mesmo dia (eu guardo a cópia que ele tocou, ele segurou com a mão esquerda, suas digitais estão lá!!!). Mas eu queria que ele olhasse para mim, pela primeira vez na minha vida, ver meus olhos nos dele por um momento, mas ao mesmo tempo ele sofria o ataque de dúzias de fãs, que queriam lhe dar algo para assinar, falar com ele.

Ele até trocou piadas com alguns fãs, mas na maior parte do tempo ele parecia confuso, todos o chamavam. Com o meu inglês ruim, eu gritei para ele que eu tinha vindo de Florença para vê-lo, que eu tinha gravado com ele  em Montepulciano. Ele não estava me olhando mas eu tenho certeza que ele ouviu, porque ele respondeu alguma coisa que eu não entendo e disse “Montepulciano.”

Outra coisa que eu queria muito: tocar nele, conseguir tocar alguma parte do seu corpo, mas eu estava com medo de levantar o braço e tocá-lo, medo que seus guarda-costas quebrassem meu braço em dois. Então eu baixei meu braço, entre o meu corpo e o dele e consegui tocar sua mão esquerda enquanto ele estava segurando um livro para assinar. Um contato de alguns segundos, mas a eletricidade que passou pelo meu corpo, transformou-se numa explosão de sinapses. Eu nunca vi uma pele tão macia. Mantenha em mente que minha história é detalhada em cada detalhe, mas isso só durou alguns instantes.

Ele passou por mim, e depois veio o Taylor Lautner e todas aquelas garotas ao meu redor, elas estava loucas e eu estava literalmente esmagada. Team Jacob. Ugh! Eu não me importaria de ter ficado ali para ver Taylor, mas eu deixei as garotas com o seu lobo e segui Rob durante sua rodada de autógrafos, claro que atrás de uma multidão de pessoas com as mãos estendidas, mas eu pude vê-lo mesmo que de longe e pude tirar algumas fotos(todas em movimento) e gravar um pouco, Eu não sei dizer ao certo quando chegou Kristen Stewart, Chris Weitz e o produtor Wick Godfrey.

Eu não tinha nenhum interesse neles. Eu tenho algumas fotos com Weitz, eu até falei com ele, depois que o Rob já tinha entrado. Depois dos autógrafos ele foi dar algumas entrevistas (as jornalistas estavam sorrindo exageradamente, mas um dos jornalistas parecia muito feliz em entrevistá-lo. Ugh!). Depois ele foi tirar as fotos oficiais e mais algumas entrevistas. Ele eventualmente entrava no lugar onde de fato estava acontecendo o evento (você pode ver algumas das entrevistas na versão inglesa do DVD). Eu esperei por um longo tempo, para vê-lo sair, mas depois eu percebi que ele devia ter ido embora por uma saída secundária, e vagarosamente, relutantemente, mas absolutamente feliz, eu peguei a estrada para casa, junto com pessoas que estavam tão felizes quanto eu. A noite eu tinha que pegar um voo, mas deu tempo de ir até o centro da cidade comer uma pizza. Eu me lembro exatamente como eu me sentia. Era tanta felicidade que eu mal podia me conter. Eu ria e chorava ao mesmo tempo. Eu não ligava para o que as pessoas estavam pensando de mim!

Fonte | Tradução: Andressa

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