Tradução da Revista Especial Ciak sobre Robert Pattinson

Traduzido/Publicado por Karen em 21 Jul 2010


O GAROTO SELVAGEM

Ele tentou trabalhar como modelo, então decidiu ser músico até que um vampiro de 109 anos de idade entrou na sua vida. Desde então que Robert Pattinson se tornou Edward Cullen sua vida mudou. E chegou ao ponto dele não poder sair de sua casa.

O ÚLTIMO NOVO-HERÓI ROMÂNTICO 


Chegando perto do 3º milênio, entre encontro às escuras no facebook, escândalos no Youtube, milhões de pessoas estão na fila para assistir um filme onde garotas são cortejadas como em 1800, relacionamentos são castos e platônicos, e o amor é para sempre. Quase como num romance de Jane Austen.  O que será o real motivo do sucesso de Crepúsculo?

Um momento atrás no passado. Setembro de 2008, 60 dias antes da estréia de Crepúsculo: blogs de fãs cheios de comentários sobre os atores escolhidos para interpretar Edward e Bella na telona. O adjetivo usado para Robert Pattinson foi “inadequado”, “chato” e “ridículo”. Robert brinca hoje. Ele foi do Olímpio das celebridades de Hollywood para a incansável movimento Pattinsonmania e assegurar o 50º lugar na lista da Forbes de 2010 como uma das pessoas mais poderosas; Pattinson explica , e ele parece, se possível, ainda melhor na realidade do que na tela: voz baixa, comportamento elegante e um olhar penetrante, o ator é charmoso, simpático e humilde. Nada de estrela. Quando ele fala olha nos seus olhos, ele fica bastante concentrado quando escuta as perguntas e sempre espera um momento antes de responder. Sua vida mudou completamente em menos de seis meses: depois do lançamento de Crepúsculo ele teve que se proteger, filtrar as notícias e mudar de hotel 3 vezes ao mês, por conta do contínuo vazamento de informações, como aconteceu em NY durante as filmagens de “Lembranças”, onde ele teve que correr e saer quase atropelado por um táxi por conta da pressão dos twilighters.

Londrino, o caçula de três (sua irmã Lizzie é cantora),seu pai importa carros vintage, sua mãe trabalha numa agencia de modelos, Pattinson move muito dinheiro hoje, apenas pense que ele trabalhou em 5 blockbuster (trabalhou também em Harry Potter e o cálice de fogo e Harry Potter e a Ordem da Fênix) e Eclipse, filmado com apenas 68 milhões de dólares, arrecadou 400 milhões de dólares em apenas duas semanas ( o que equivalente ao cativante Crepúsculo). Ele insulta a si próprio. Mmmm, sim, mas há dois anos twilighters de todo o mundo não estavam felizes com a escolha dele para ser Edward, e hoje os mesmos fãs o param e perguntam a ele, gentilmente, para mordê-los no pescoço, levantando pôsteres com “Rob me morda”. Sem dúvida, um dos (muitos) segredos do sucesso dessa saga é realmente ele, o correspondente vampiro do século 21, extenuada, romântica e bela criatura como um visual gótico e algo de rebelde como James Dean o que lhe dá certa insociabilidade.

- Como é ser considerado um símbolo sexual?

É um sensação estranha. Eu percebi isso na Itália, quando estava em Montepulciano filmando Lua Nova. Continua achando incrível o fato que antes de Crepúsculo ninguém virava e olhava para mim, enquanto agora eu não posso nem andar na rua. Mas, não quero ser considerado um símbolo sexual, apenas um ator.

- Você está estressado com os fãs?

Maravilhado, um pouco envergonhado, mas não estressado. Os fãs são de grande apoio. No set em Toscana eles aplaudiam a cada cena, mesmo quando eu não fazia nada. Foi agradável. Pensava que estava no teatro!

- Por que, pra você, Edward é fascinante, não apenas para o público feminino?

Porque ele é um personagem misterioso. Quando você lê os livros da Stephenie é fácil projetar o que você quer nele.

-Ser um vampiro o ajuda?

Faz com que ele seja mais intrigante do que um ser humano, tipo como ser imortal.

- Você gostaria de ser imortal?

Honestamente, não me interessa. Eu acabaria ficando entediado.

-Quão parecido você é com Edward Cullen?

Ele constantemente tem sentimentos com os quais não sabe lidar. É um comportamento comum. Aconteceu comigo também: eu sempre tive relacionamentos estranhos e também nos filme eu gosto das confusas histórias de amor, não o clássico amor romântico.

-Então nada como Romeu e Julieta?

Eu sou mais como “Último tango em Paris”, de Bertolucci (risos).

-Em Eclipse você divide a cena com outro ator homem, Taylor Lautner. Isso lhe aborrece?

De forma alguma. Sinto-me mais livre.

-Você conhecia Kristen Stewart antes de Crepúsculo?

Eu a tinha visto em “Natureza Selvagem”, de Sean Penn. Ela é uma atriz responsável. Mas eu já havia percebido pelo seu currículo: ele sempre faz escolhas otivadas, eu a conheço bem agora e sabia que ela sofreria com toda essa loucura após Crepúsculo, com todos os paparazzi e fotógrafos. 


-E quanto a sua carreira como cantor?

Teve que para por enquanto. Mas, continua tocando. Eu quero fazer um disco em dois anos.

-Seu hotel em Montepulciano foi invadido por fãs, você foi quase atropelado por um em NY por conta deles. Como sua vida mudou?

Quando eu saio fico mais preocupado para onde vou, pois, eu sempre encontro alguém que me para e me pede um autografo. Todo mundo me reconhece agora e fiquei paranóico com isso.

- Sua carreira também mudou. Parece agora que todo mundo quer Pattinson.

Isso também me assusta. Não consigo entender quem realmente me quer por quem eu sou ou quem me quer para ter os fãs de Crepúsculo.


Tradução: Maianny Vanessa


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